
viraste-me as costas e já não sei que face é a tua
ou como te seguras ainda de pé depois de tantos dias e noites
sem te teres sentado
tudo porque não queres ver-me embora fiques aí mesmo (sinto-te!)
ao alcance da ternura da minha mão
caso pudesse virar-me e a minha mão não fosse insensível
como a tua
feita de pedra.
de costas voltadas
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Publicar um comentário