para sentirmos o céu imenso deitamo-nos de olhos abertos
vasculhando a terra
para saborearmos a pequenez da terra fincamos os pés no chão
abrindo os olhos à poeira luminosa do céu
para vermos quem amamos fechamos os olhos
e as mágicas pontas dos dedos
a medo
se abrem em corolas das mãos
e se
por momentos
o universo inteiro
sossega nas conchas das nossas mãos
por momentos
pulsa uma vida inteira
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Ainda eu não tinha os dentes todos
ainda eu não tinha os dentes todos e já comia a dureza dos teus ossos com vagar arrastando um grão pelos lodos neles enterrados os p...
1 comentário:
lindo!
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