encontrei-te não por seres folha mas folheando


ele e o seu animal em bolha desgraçada

da tirania (a partir agora um caderno de setembro de 2004)

da juventude

não me digas que as comeste
porque ninguém,
nem a tua mãe,
te tinha dito que as lâminas
de barbear não se comem?

como se não houvesse paixão
no rato de biblioteca


quando passeia pelo buracão
de entre livros uma e outra seca
de cozer em lume brando
quando o poema já escrito
numa mesma e sempre nova até quando
vezes sem conta só finado pelo grito


que os poemas são citações
ditadas para laboratórios
onde não entram emoções

se já não há tuberculose nem sanatórios!?
!?!
?!±

que estudavas tu de “remarkable”?

de outro mundo mais claro … antigo

Amor impresso na alma, que dura depois das cinzas.

Se a minha morte de meu amor viesse que parto tão ditoso que seria o deste amor contra o que em mim vivia! Que glória, que o morrer de amor nascesse"

Na alma eu levaria onde estivesse o fogo em que me abraso e guardaria sua chama fiel côa cinza fria mesmo no túmulo onde adormecesse. Dessa outra parte da morte mais dura viverão em minha sombra meus cuidados. além do Lote a minha memória.

O doido vencerás pila formosura: com pura fé triunfará dos fados e o não ma ser, por amar, ser-me-á Francisco de Quevedo (1580-1645) glória.
IV. Barroco. José Bento)

Re: Mensagens

Quando  posso escrevesses com a mais perdido de quanto …. No dia 06/07/2024, às 10:23, Arselio Martins <arselio@gmail.com> escreveu: M...